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Assemblage • Safra 2014 • Vinho

Zîronda Valpolicella Ripasso

Vêneto • Itália • 750 ml

Tipo
Corpo
Aromas e Sabores
Uva(s): Corvina, Corvinone, Rondinella, Veronese.
Harmonização: Carnes vermelhas, Massas, Queijos maturados, Suínos.
Ocasiões: Degustar devagar, Presentear alguém, Quem aprecia clássicos.
Envelhecimento: 10 meses em barricas de carvalho francês.
Temperatura de Serviço: 18 ° C
Teor Alcoólico: 13,5 %
Volume: 750 ml

de R$254,00 por

R$ 230,00
Associado do Clube

R$207,00


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Descrição Detalhada

O Vêneto é uma das regiões mais belas da Itália, repleta de colinas, rios e lagos, com uma vista pitoresca dos Alpes ao norte e do mar Adriático ao sul. Como se já não bastasse, lá foram criadas algumas das principais denominações de origem da Itália e o espumante mais vendido do mundo, o Prosecco! Existe uma razão pra isso é claro, a história vitivinícola regional é uma das mais antigas do planeta e seu terroir é fantástico para o cultivo de vinhas. O clima é muito bem definido entre as estações do ano, assim como a forte amplitude térmica garante a plena maturação dos frutos no verão. Já os solos são majoritariamente rochosos, baseados em giz ou origem vulcânica, que retêm calor para que os frutos continuem amadurecendo durante a noite e promovem excelente drenagem da água. Isso faz com que os vinhos dali possuam características marcantes de mineralidade, complexidade de aromas e sabores, longevidade e ótima acidez. Está vendo!? No mundo do vinho ninguém é famoso à toa!

Uma das incríveis histórias do Vêneto é justamente a criação do vinho de sobremesa Recioto, o pai de todos. Segundo registros arqueológicos, esse vinho já era mencionado pelos romanos desde o século I d.C., quando o agrônomo Lucius Junius Moderatus Columela citou pela primeira vez um vinho muito estruturado feito de uvas passificadas da casta Retica. Muitos séculos mais tarde nasceu o Amarone, que, segundo rumores, foi criado acidentalmente a partir de uma barrica esquecida de Recioto durante um período de guerra. Nessa barrica as leveduras continuaram o processo de fermentação alcóolica, transformando parte do abundante açúcar residual do Recioto em álcool, criando um vinho intenso e mais seco (o Amarone). Esse efeito foi inesperado, porém apreciado pelos produtores, tornando-se um estilo de fama internacional anos mais tarde. E foi precisamente desse processo histórico que nasceu o Ripasso (“repassar” em italiano), como mais um método enológico de aproveitar as uvas passificadas. Para este vinho é feita uma maceração longa com as cascas e sementes que sobraram da fermentação do Amarone e Recioto, agregando estrutura, além de imensa complexidade de aromas e sabores. Uma dica, deixe seu Zîronda Ripasso evoluir em taça e divirta-se com uma das evoluções aromáticas mais incríveis do mundo dos vinhos!

Texto do Sommelier Rodrigo Ferraz - Direitos Reservados