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Assemblage • Safra 2017 • Vinho

La Pradera

Bodega Toneles

Mendoza • Argentina • 750 ml

Tipo
Corpo
Aromas e Sabores
Uva(s): Bonarda, Merlot, Syrah.
Harmonização: Mesa de aperitivos, Risotto, Suínos.
Ocasiões: Brunch, Para curiosos, Receber amigos.
Envelhecimento: Apenas em garrafa.
Temperatura de Serviço: 16 ° C
Teor Alcoólico: 12,4 %
Volume: 750 ml

de R$79,00 por

R$ 66,00
Associado do Clube

R$59,40


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Descrição Detalhada
Quando a Bodega Toneles foi fundada em 1922, pela família Armando, recebeu o nome de Armando Hermanos. No entanto, após algum tempo ficou popular na região pela visão dos grandes barris de carvalho do prédio onde os vinhos eram envelhecidos e passou a ser chamada de “vinícola dos barris”. A produtora nasceu na idade do ouro da Argentina, uma época em que o país esbanjava glamour e riqueza e, assim como diversas edificações construídas nessa década, teve a elegância imortalizada em sua arquitetura. A Bodega absorveu não só o estilo da época em suas construções, como também exteriorizou isso na produção de seus vinhos. Com o passar dos anos, a vinícola perdeu um pouco seu rumo e teve participação discreta no cenário vitivinícola argentino. Porém, em 2002, a família Millán assumiu a Bodega Toneles e restaurou o espírito da propriedade, integrando a história da vinícola à modernização do novo século. Esse período foi marcado pelo renascimento da produtora e principalmente de seus grandes vinhos!

Os atuais proprietários têm uma visão muito clara para obter uma qualidade impecável em suas criações, os frutos devem receber dedicação máxima, pois são neles que toda a expressão do terroir é manifestada. A produtora possui alguns pequenos lotes de vinhedos espalhados por diferentes regiões de Mendoza, com o intuito de aumentar a complexidade de sabores e aromas de seus vinhos. O enólogo-chefe Bernardo Bossi elaborou o corte de La Pradera com variedades de uvas tintas, Bonarda majoritariamente, além de Syrah e Merlot em menor proporção, provenientes de vinhedos de Lavalle, Junín e San Martín. Os frutos foram vinificados pelo método de maceração carbônica, o mesmo utilizado para os famosos Beaujolais Nouveau, onde os açúcares são transformados em álcool sem que a casca se rompa. Esse processo agrega muita complexidade e frescor ao vinho, perfeito para ser consumido jovem.

Em taça exibe brilhante e límpida coloração vermelho, com reflexos violáceos. Já no nariz é bem aromático e marcante, esbanja frutas do bosque, framboesa, violeta, canela e anis estrelado, além de toques minerais e herbáceos. É um vinho que agrada facilmente a qualquer paladar, pois se mostra leve e de taninos macios, com acidez viva e final refrescante. A leveza deste exemplar é excelente para harmonizar pratos menos robustos, como bruschetta de abobrinha marinada, ensopado de batata doce glaceada com bacon, filé mignon suíno ou risotto de alho poró e mascarpone. A temperatura ideal de serviço é de 16ºC.

Texto do Sommelier Rodrigo Ferraz - Direitos Reservados